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Os bancos centrais são as vítimas

CHICAGO – A independência dos bancos centrais volta a ser notícia. Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump tem criticado severamente a Reserva Federal por manter as taxas de juro demasiado elevadas, e terá alegadamente explorado a possibilidade de expulsar o presidente da Fed, Jerome Powell. Na Turquia, o president Recep Tayyip Erdoğan despediu o governador do banco central. O novo governador está actualmente a aplicar cortes acentuados nas taxas. E estes são apenas alguns exemplos de governos populistas que nos últimos meses têm colocado os bancos centrais na mira.

Teoricamente, a independência dos bancos centrais significa que os decisores da política monetária são livres de tomar decisões impopulares mas necessárias, especialmente quando se trata de combater a inflação e os excessos financeiros, porque não precisam de concorrer a eleições. Quando enfrentam decisões semelhantes, os representantes eleitos serão sempre tentados a adoptar uma resposta mais suave, independentemente dos custos no longo prazo. Para evitar isto, transferiram a tarefa de intervir directamente nas questões monetárias e financeiras aos responsáveis pelos bancos centrais, que têm a liberdade de cumprir as metas definidas pelo sistema político do modo que entenderem.

Este acordo confere aos investidores mais confiança na estabilidade monetária e financeira de um país, e os investidores recompensá-lo-ão (e ao seu sistema político) aceitando menores taxas de juro pela sua dívida. Teoricamente, o país viverá assim feliz para sempre, com inflação baixa e estabilidade no sector financeiro.

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