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Encarando a briga contra a pandemia

WASHINGTON, D.C. – Em março e abril de 2020, quando a covid-19 atingiu os Estados Unidos pela primeira vez, o vírus causador da doença, o SARS-CoV-2, se espalhou em asilos dos EUA. A segunda fase da crise, do verão de 2020 em diante, foi marcada por uma luta prolongada para abrir universidades e escolas de ensino presencial. Na terceira fase, que teve início no fim de 2020, a luta se concentrou em injetar o maior número de doses da vacina em tantos braços quanto possível.

O que nós aprendemos com a batalha até o momento, e como essa experiência irá afetar o que ainda vem por aí para os EUA e para o mundo?

Em primeiro lugar, é preciso continuar a defender a qualquer custo asilos e outros ambientes de cuidados congregados. Os idosos são mais vulneráveis e não conseguem se proteger nesses ambientes se abrigando ou mantendo distância de outras pessoas no local. Defesas eficazes incluem testes rápidos e precisos para COVID-19, que o governo deve garantir que estejam sempre disponíveis e pagos. Administrar uma casa de repouso sem acesso a testagem apropriada é como pilotar um avião sem radar: dá pra fazer, mas é muito mais arriscado.

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